História
Como o kite
mudou
Todo kite que voa hoje remonta a uma ideia de 1984: um tubo inflável no bordo de ataque para que ele flutue e decole de novo.
- 11 marcos
Duas respostas patenteadas para o mesmo problema: como manter uma asa de tecido em forma sem mastro? Kites ram-air usam o ar por onde voam. A asa dos Legaignoux usa um tubo que você infla antes de decolar — e por isso ela flutua, e por isso da para tirar do água de novo.
Diagram: KitesurfingOfficial, drawn from US 4,129,272 and US 4,708,078KitesurfingOfficial, own workA kite has one structural problem and it has never changed: fabric has no shape of its own, and a mast is not an option when the wing has to fly a hundred metres away from you. Everything on this page is somebody's answer to that.
Three answers stuck. Hold the shape with tensioned fabric alone, hold it with air forced into open cells, or hold it with a tube you inflate before you launch. The last one also floats, which is why it won on water. The moves these kites made possible are in the Arvore de Manobras.
O registro
Como o kite mudou
20 de marco de 1951
Uma asa sem estrutura rígida
A US 2,546,078, "Flexible kite", foi publicada. Foi depositada em 23 de novembro de 1948 e nomeia dois inventores: Gertrude Sugden Rogallo e Francis Melvin Rogallo. A Rogallo Foundation registra que o casal construiu os protótipos em casa e que "in 1951 they received a patent for the design".
Por que isso importou: A patente costuma ser creditada só a Francis. Gertrude aparece primeiro nela, e o próprio relato da fundação mostra os dois trabalhando juntos em casa — vale dizer isso com clareza, porque uma asa que mantém a forma sem estrutura é a ideia sobre a qual se apoiam tanto os kites foil quanto os infláveis.
US 2,546,078 — Flexible kite (G. S. Rogallo and F. M. Rogallo)The Rogallo Foundation — Francis Rogallo, Hang-Gliding Pioneer
5 de maio de 1964
Celulas que se inflam sozinhas
A US 3,131,894, "Multi-cell glide canopy parachute", foi publicada, depositada por Domina C. Jalbert em 10 de janeiro de 1963. O International Skydiving Museum a registra como "the multi-celled canopy which he patented in 1963".
Por que isso importou: O ar forçado nas células abertas da forma a uma asa de tecido sem nada rígido dentro. Todo kite foil que voa hoje funciona assim, e o kite inflável que veio depois foi uma resposta ao mesmo problema por outro caminho.

As células de Jalbert, como o escritório de patentes as desenhou. O ar forcado nas células abertas da forma a uma asa de tecido sem nada rigido dentro — o princípio que todo kite foil ainda usa.
Drawing sheet from US patent 3,131,894, 'Multi-cell glide canopy parachute', D. C. Jalbert. United States Patent and Trademark Office. Public domain.Public domain (US government work)patents.google.comUS 3,131,894 — Multi-cell glide canopy parachute (D. C. Jalbert)International Skydiving Museum & Hall of Fame — Domina C. Jalbert
23 de agosto de 1976
Uma vareta no bordo de ataque e duas linhas
O pedido britanico por tras da US 4,129,272, "Aerofoil structure", foi depositado em 23 de agosto de 1976 como GB 35024/76, e essa é a data de prioridade que consta no registro americano. Ele nomeia Andrew W. Jones e Raymond Merry e descreve um envelope de tecido com várias células inflado por ram air, com uma vareta flexível removível no bordo de ataque cujas pontas ancoram duas linhas de controle. O pedido nos EUA veio em 19 de agosto de 1977 e a publicação em 12 de dezembro de 1978. A asa foi vendida como Flexifoil.
Por que isso importou: As células de Jalbert davam forma a uma asa de tecido, mas não davam como apontar ela. A vareta muda isso: duas linhas nas pontas dela, puxa uma, e a asa vira em vez de só rebocar. O relatório ainda cita a coisa como "kite or as a prime mover for land or water going craft". Ou seja, puxar uma embarcação sobre a água esta no documento, não foi lido nele depois.
As fontes divergem
Quando o Flexifoil foi feito: em 1972, como diz a empresa, ou em 1976, a data mais antiga que algum documento fixa?
O relato da própria Flexifoil coloca isso em 1972: Ray Merry e Andrew Jones queriam fazer uma escultura de vento e acabaram com um power kite, batizado poucos dias depois.
Não estabelece: Nada datado da epoca e apresentado, e os dois sites da empresa não batem entre si: um fala em Cambridge e 1972, o outro em Newcastle-upon-Tyne e comeco dos anos 1970.
Flexifoil International Ltd — About UsFlexifoil International — About (How it began)
A data mais antiga que algum documento fixa e 23 de agosto de 1976, quando o pedido britanico de prioridade GB 35024/76 foi depositado.
Não estabelece: Uma data de prioridade registra quando a proteção foi pedida, não quando a asa foi feita ou voou. É uma data limite superior, não a data da invenção.
US 4,129,272 — Aerofoil structure (A. W. Jones and R. Merry)
O que não está em dúvida: Os dois relatos citam as mesmas duas pessoas e a mesma asa, e nenhum contradiz o outro sobre quem fez.
O que resolveria isso: Qualquer coisa datada de antes do deposito que mostre o kite no ar: uma foto com legenda datada, uma nota de revista, um registro de venda.
US 4,129,272 — Aerofoil structure (A. W. Jones and R. Merry)Flexifoil International Ltd — About UsFlexifoil International — About (How it began)
16 de novembro de 1984
O bordo de ataque inflável ganha data de prioridade
Bruno e Dominique Legaignoux depositaram a asa da qual todo kite moderno descende: uma vela leve mantida em forma por uma estrutura inflável, com uma linha de controle indo até cada ponta por uma placa de ajuste. 16 de novembro de 1984 é a data de prioridade que a patente americana posterior carrega.
Por que isso importou: A patente cobre a asa e as duas linhas de controle que vão até as pontas. É isso que uma barra moderna continua fazendo.

1984, o ano em que os irmãos Legaignoux depositaram o pedido de prioridade da sua patente. A fonte descreve a cena como o primeiro teste de tração com um C-kite, feito a partir de um bote de apoio, e não de uma prancha.
Brunolgx, CC BY-SA 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0), via Wikimedia CommonsCC BY-SA 3.0commons.wikimedia.orgAs fontes divergem
Quem inventou o kitesurf?
Gijsbertus Panhuise tem a patente mais antiga desse arranjo, depositada em 8 de abril de 1976 e publicada em 11 de outubro de 1977.
Não estabelece: Que algo tenha sido construido a partir dela, ou que alguém tenha andado.
NL 7603691 — Composition for the practice of water sports (G. A. Panhuise)
Os irmãos Legaignoux desenharam a asa inflável da qual todo kite moderno descende, prioridade em 16 de novembro de 1984.
Não estabelece: Que eles tenham sido os primeiros a colocar um rider numa prancha atrás de um kite.
US 4,708,078 — Propulsive wing with inflatable armature (D. and B. Legaignoux)
O KiteSki de William e Cory Roeseler foi o primeiro sistema de kite e prancha realmente vendido, patenteado como US 5,366,182.
Não estabelece: Que a linha de design tenha continuado: os kites modernos descendem da asa inflável, não do KiteSki.
US 5,366,182 — Kiteski (W. G. Roeseler and C. Roeseler)IKSURFMAG — 100 Moments: A Kitesurfing Timeline (Issue 100)
Dieter Strasilla obteve a US 4,127,247 para propulsão de uma pessoa pelo vento, com data de prioridade de 6 de maio de 1976.
Não estabelece: Uma reivindicação sobre a água: a patente se dirige a esquiadores, e sua prioridade cai um mes depois do deposito de Panhuise.
O que não está em dúvida: Os quatro depositos existem e suas datas não estão em duvida. O que se contesta e qual deles conta como a invenção.
O que resolveria isso: Um registro datado e testemunhado de forma independente de alguém andando de prancha puxado por kite antes de 8 de abril de 1976. Nenhum foi apresentado.
US 4,708,078 — Propulsive wing with inflatable armature (D. and B. Legaignoux)IKSURFMAG — 100 Moments: A Kitesurfing Timeline (Issue 100)IKSURFMAG — Who invented kitesurfing?
24 de novembro de 1987
A US 4,708,078 e publicada
O escritório de patentes dos Estados Unidos publicou a asa dos Legaignoux como US 4,708,078, "Propulsive wing with inflatable armature" — três anos depois do deposito de prioridade frances e dois anos depois do pedido americano de 8 de novembro de 1985.
Por que isso importou: Um documento carrega três datas. É por isso que as fontes datam essa invenção em 1984, em 1985 e em 1987, e cada uma esta citando algo real.

A prancha 1 define a forma. A asa mantém a curvatura graças a um tubo inflado no bordo de ataque, e não a uma estrutura rígida, e a figura 2 mostra o perfil funcionando como a asa de um avião.
US Patent 4,708,078, "Propulsive wing with inflatable armature", Bruno T. Legaignoux and Dominique M. Legaignoux, granted 24 November 1987, drawing sheet 1 of 4. Public domain US patent document, United States Patent and Trademark Office.Public domain (US government work)patents.google.com
A prancha 2 mostra a estrutura isolada. A figura 4 traz o esqueleto sem o tecido: um tubo no bordo de ataque com ripas afiladas, inflado pelas válvulas marcadas com 9 e, segundo o texto, com uma bomba de bote inflável.
US Patent 4,708,078, "Propulsive wing with inflatable armature", Bruno T. Legaignoux and Dominique M. Legaignoux, granted 24 November 1987, drawing sheet 2 of 4. Public domain US patent document, United States Patent and Trademark Office.Public domain (US government work)patents.google.com
A patente não descrevia só um kite. Descrevia o kite puxando algo, com uma linha para cada ponta — o arranjo que uma barra moderna ainda usa.
Drawing sheet from US Patent 4,708,078, "Propulsive wing with inflatable armature", B. T. and D. M. Legaignoux. United States Patent and Trademark Office. Public domain.Public domain (US government work)patents.google.comUS 4,708,078 — Propulsive wing with inflatable armature (D. and B. Legaignoux)IKSURFMAG — Who invented kitesurfing?
1997
O Wipika chega as lojas
Bruno e Dominique Legaignoux colocaram o kite inflável deles no mercado com o nome Wipika, voando em duas linhas. Um ano depois um jornal de Maui chamou ele de a novidade mais recente do esporte e descreveu como um kite inflável e à prova d'água.
Por que isso importou: Os tubos inflados seguravam a forma no ar e faziam o kite boiar quando caía, e o jornal de Maui creditou a esse desenho o fato de dar pra testar o esporte nas condições pesadas da ilha.
Lacunas declaradas no registro (2)
Notas de pesquisa, mantidas no original em inglês.
- equipment: no source we could open says the Wipika relaunched from the water. IKSURFMAG attaches water relaunch to the 1994 KiteSki and describes flotation as a property of the Legaignoux design, not of the Wipika product
- date: 1997 comes from IKSURFMAG's timeline; the July 1998 MauiTime issue only shows the kite already in use
IKSURFMAG — 100 Moments: A Kitesurfing Timeline (Issue 100)MauiTime — Talking Story with Maui Kite Surfers (issue of 21 July 1998, by Dave Sweedler)
1997
A F-ONE poe uma prancha de kite nas lojas
A F-ONE lançou a red 215, uma prancha feita pro kite e não herdada do windsurf. A história da própria empresa diz que ela virou a única no mundo a oferecer uma prancha dessas.
Por que isso importou: Assim o esporte novo passou a ter uma prancha que a loja podia manter em estoque. A IKSURFMAG poe a F-ONE entre as marcas que deixaram a prancha de kite disponível pro mercado novo.
As fontes divergem
Quando a F-ONE comecou?
A história da própria empresa data a F-ONE em 1994, ainda com pranchas de windsurf, e poe a prancha de kite red 215 três anos depois.
Não estabelece: A página não mostra registro de empresa e não diz a partir de quando o negocio passou a ser kite em vez de windsurf.
A linha do tempo da IKSURFMAG data a fundação em 1997, o mesmo ano da prancha.
Não estabelece: O item não cita documento nenhum para o ano e fala da prancha, não do registro da empresa.
O que não está em dúvida: Os dois poem uma prancha de kite da F-ONE no mercado em 1997.
O que resolveria isso: O registro comercial frances da F-ONE, que traz a data de constituição.
Lacunas declaradas no registro (2)
Notas de pesquisa, mantidas no original em inglês.
- date: the founding year is contested between the company's own history (1994) and IKSURFMAG (1997); the French company register would settle it
- equipment: no source gives the red 215's dimensions or construction
F-ONE — History (the company's own founding account)IKSURFMAG — 100 Moments: A Kitesurfing Timeline (Issue 100)
1999
A Naish licência o inflável
A Naish Sails Hawaii lançou um kite inflável, o AR3.5, sob licença dos irmãos Legaignoux. Robby Naish vinha desenvolvendo a própria linha de kites desde o fim dos anos 90 e competia com ela.
Por que isso importou: Uma marca de windsurf passou a vender kites, e o rider que dava nome a ela ganhou o título mundial de slalom no kiteboarding em 1998 e, em 1999, slalom e jumping.
Lacunas declaradas no registro (2)
Notas de pesquisa, mantidas no original em inglês.
- equipment: the AR3.5 and the licence rest on IKSURFMAG alone; no Naish document we could open names or dates the kite
- date: 1999 is IKSURFMAG's dating; the two halls of fame date only the competition titles
IKSURFMAG — 100 Moments: A Kitesurfing Timeline (Issue 100)Outrigger Duke Kahanamoku Foundation — Hawaii Waterman Hall of Fame: Robby NaishThe Sailing Museum & National Sailing Hall of Fame — Robert "Robby" Staunton Naish (citation by Gary Jobson)
9 de dezembro de 2003
O bridle de quatro linhas que faz o kite caido voltar a subir
A US 6,659,031 B2, de Bruno Legaignoux, foi publicada em 9 de dezembro de 2003. Ela descreve um kite voando em duas linhas frontais e duas traseiras, com uma roldana em cada ponta de asa e duas linhas auxiliares ligando as traseiras ao bordo de fuga. Puxando as traseiras, a vela sai de cima do bordo de ataque e volta pro ar. O mesmo documento tem prioridade em 7 de novembro de 2000 e deposito nos EUA em 19 de abril de 2001, por isso os relatos citam três anos diferentes. Ele cita a asa inflável anterior dos irmãos, a US 4,708,078.
Por que isso importou: A patente descreve o problema com as proprias palavras: quanto maior o kite, mais difícil levantar de novo depois que ele cai sobre o bordo de ataque. O objetivo declarado e o relaunch nas mesmas quatro linhas que o rider já usa, sem linhas extras até o bordo de fuga.

A brida e a peca que tornou o depower real. Distribuindo a carga por vários pontos, a asa consegue mudar o angulo em relação ao vento em vez de simplesmente estar ligada ou desligada.
Drawing sheet 1 from US Patent 6,659,031 B2, "Bridle for power kite launching" (inventor Bruno Legaignoux). United States Patent and Trademark Office. Public domain.Public domain (US government work)patents.google.comLacunas declaradas no registro (1)
Notas de pesquisa, mantidas no original em inglês.
- places
US 6,659,031 B2 — Bridle for power kite launching (B. Legaignoux)IKSURFMAG — 100 Moments: A Kitesurfing Timeline (Issue 100)
1 de marco de 2004
O bow kite e depositado: meio chato e bordo de fuga concavo
Dominique e Bruno Legaignoux depositaram a FR 0402094 em 1 de marco de 2004: uma asa de diedro negativo cujo trecho central e mantido chato por linhas de bridle que correm por guias no bordo de ataque. O resumo descreve um bordo de fuga concavo. O pedido foi publicado em 2 de setembro de 2005 como FR 2 866 859 A1. O membro americano da família, a US 7,374,133 B2, foi depositado em 28 de fevereiro de 2005 e publicado em 20 de maio de 2008. A IKSURFMAG data o bow kite em 2005 e cita o Crossbow da Cabrinha e o Nova da Takoon como os kites que o levaram.
Por que isso importou: A patente diz o que o meio chato entrega. Numa asa com mais de duas linhas, soltar as linhas traseiras abre mais o perfil e tira mais forca do kite numa rajada ou quando o rider perde o controle.
As fontes divergem
O kite de meio chato era novo em 2004?
A IKSURFMAG credita o bow kite a uma nova patente dos Legaignoux, com Cabrinha e Takoon fabricando os kites.
Não estabelece: Que não existia nenhuma asa achatada no mercado antes dela.
O próprio contexto da patente diz que asas com centro achatado já eram vendidas sob as marcas GAASTRA e FLEX, e apresenta a invenção como correção do arrasto que elas geravam.
Não estabelece: Que essas asas tiravam tanta forca, nem que alguém as chamava de bow kites.
US 7,374,133 B2 — Wing having a negative dihedron for towing a load (D. and B. Legaignoux)
O que não está em dúvida: Os dois lados concordam que e o centro chato que deixa o perfil abrir mais quando as linhas traseiras são soltas.
O que resolveria isso: Catalogos datados ou relatórios de teste das asas GAASTRA e FLEX citadas na patente, mostrando a geometria do bridle e o quanto tiravam de forca.
FR 2 866 859 A1 — Propulsive wing with negative dihedron for towing a load (D. and B. Legaignoux)US 7,374,133 B2 — Wing having a negative dihedron for towing a load (D. and B. Legaignoux)IKSURFMAG — 100 Moments: A Kitesurfing Timeline (Issue 100)
2 de maio de 2006
Uma patente escreve o que estava errado com o wrist leash
A US 7,036,771, depositada por Alexander S. Pouchkarev em 9 de agosto de 2004 com prioridade de 3 de julho de 2002, foi publicada em 2 de maio de 2006. A parte de contexto registra o material que os riders usavam: um kite de tração de quatro linhas cujas linhas frontais se juntam num trim loop no trapezio, com o wrist leash como saida de emergência. Depois o documento explica como o leash falhava e propoe uma linha de trim passando por um release que muda o angulo de ataque sem o rider largar a barra.
Por que isso importou: Ele coloca data e documento no problema que o chicken loop e o quick release vieram resolver. Largar a barra tirava a forca do kite derrubando ele, e depois sobrava o emaranhado de linhas pra desfazer.
Lacunas declaradas no registro (1)
Notas de pesquisa, mantidas no original em inglês.
- places
US 7,036,771 B1 — Kite safety, control, and rapid depowering apparatus (A. S. Pouchkarev)IKSURFMAG — 100 Moments: A Kitesurfing Timeline (Issue 100)
Perguntas
Perguntas frequentes
Por que um kite de kitesurf tem tubos infláveis?+
Para manter a forma sem estrutura rígida e para flutuar. A US 4,708,078 descreve uma asa sustentada por uma armação inflável sob um envelope flexível. Um tubo cheio de ar mantém o bordo de ataque aberto — e um kite que cai na água fica na superficie em vez de afundar, que é o que permite recupera-lo.
O que e um kite foil e qual a diferenca?+
Um kite foil não tem estrutura inflável nenhuma. É um envelope de várias células, aberto na frente, que se enche com o ar por onde voa — o princípio que Domina Jalbert patenteou como cupula de planeio no inicio dos anos 1960. Ele ocupa menos espaco e voa com eficiência, mas as células enchem de água se ele pousar, e e justamente isso que o kite inflável evita.
Fontes desta página
Cada afirmação datada acima remete às fontes listadas junto dela. Estas são as publicações em que a página se apoia.