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Ondas · Avançado

Top Turn Tail Release

No Top Turn Tail Release você carva saindo do topo da onda e empurra a rabeta por cima do lip até as três quilhas soltarem, e aí o bico volta down the line.

Também conhecida como: Tail Slide · Backside Tail Slide

Destrava

Nada na árvore depende dela ainda — a manobra vale por si.

Escolas ensinam de formas diferentes

Nossas fontes discordam de verdade sobre o que o kite deve fazer por cima do lip. O Reo Stevens estaciona o kite e passa uma mão pro outro lado da barra pra segurar ele exatamente onde está durante o turn frontside. A KiteKahunas manda ele com um puxão forte pro outro lado da janela de vento antes da onda e depois empurra a barra pra fora pra ele não atrapalhar. O backside tail slide do Gustavo Foerster manda mais alto ainda, quase em 12 horas, com as linhas frouxas. A versão backhand do Ben Wilson mantém o kite baixo, por volta de 45 graus, sobe ele antes de começar a subir a onda e desce ele antes de começar a descer a parede. O peso também muda de uma versão pra outra: a KiteKahunas carrega a rabeta pelo calcanhar do pé de trás no frontside, e as versões backside põem a mão na água e cravam no pé de trás depois de jogar o peso do heelside pro toeside.

Condições ideais

Side-shore a side-onshore. O Reo Stevens fotografou a sequência frontside dele com vento side-shore, e a versão backhand do Ben Wilson pede side-shore a side-onshore pro kite driftar down the line em vez de te arrancar da onda. A Duotone pendura tudo na escolha da onda: pegar a onda e a section certas é o que decide se o slide acontece. A KiteKahunas mira o turn na pocket, e se você chegar lento na onda com vento fraco, ela manda compensar com mais movimento de corpo, não com mais kite. Nenhuma das fontes que citamos dá velocidade de vento em nós nem altura de onda pra essa manobra.

Como fazer

  1. 1. Monta o bottom turn e dá uma função pro kite

    • Você já tem que estar descendo down the line, ou pilotando o kite um passo à frente de você, ou deixando um kite de wave driftar enquanto a onda faz o trabalho.
    • Primeiro deixa o bottom turn redondo. A Duotone só libera o snap backside com o bottom turn totalmente dominado e com você confiante nos carves e na pilotagem do kite, e a IKSURFMAG chama o bottom turn de turn mais importante da onda.
    • Faz o bottom turn baixo e carva o mais forte que conseguir segurar, deitado na rail heelside até a bunda quase encostar na água.
    • Escolha a onda e a section já na chegada. A Duotone diz que é essa escolha que decide se o slide vai acontecer.
    • Desliza o pé de trás pra rabeta. Mais pra frente as quilhas continuam agarrando e você desenha um arco longo; mais pra trás, em cima das quilhas, a prancha pivota e a rabeta solta.
    • Resolve o kite antes de chegar na onda. Um puxão decidido pro outro lado da janela de vento e depois empurra a barra pra fora pra ele não te atrapalhar no turn.
  2. 2. Vira no topo

    • Comece o turn mais ou menos na metade da parede.
    • Puxe com a cabeça e os ombros: vira a cabeça seco pro lado do turn, joga o ombro da frente junto e aponta o peito pra onde você quer ir, pro quadril vir atrás e empurrar a rabeta.
    • Joga a mão de trás pra trás com força, num movimento só, braço esticado, contra o sentido em que a prancha está girando.
    • Mantenha o joelho de trás dobrado pra ele absorver o tranco no lip enquanto a rabeta segue carregada.
    • Na pocket, estica a perna de trás e crava a rabeta pra baixo, e dobra a perna da frente pra prancha girar até o fim.
    • Aponte a prancha na vertical na onda se você quer o turn mais explosivo e mais completo.
  3. 3. Solte as quilhas

    • Força o pé de trás forte o bastante pra empurrar as três quilhas pra fora, por cima do topo da onda. Esse é o release.
    • No frontside, carrega a rabeta pelo calcanhar do pé de trás. Dá pra botar bem mais força do que com os dedos, e é daí que sai o spray no lip.
    • No backside, joga a mão livre na água e transfere toda a energia pro pé de trás. O braço na água te dá uma referência pra se apoiar e deitar.
    • Mantenha o peso centrado em cima da prancha na hora que as quilhas saem. Se você deitar pra um lado, cai pra frente ou pra trás no instante em que elas soltam.
    • Fica solto durante tudo isso, mesmo com o corpo absorvendo uma carga grande.
    • Se você chegar lento no lip, com vento fraco por exemplo, exagera ainda mais os movimentos de corpo e joga a mão de trás pra trás com mais força ainda.
  4. 4. Sai da manobra e segue

    • Assim que sentir a rabeta deslizando, controla e já fica pronto pra próxima manobra em vez de só aguentar firme.
    • Tira o power enquanto você passa pelo turn. Nesse ponto o kite está puxando pro lado contrário ao que você quer levar a prancha, e se deixar ele carregado ele não deixa você fechar o turn.
    • Traz o joelho de trás na direção do joelho da frente pra continuar empurrando a rabeta enquanto a prancha vira.
    • Com o pé da frente, empurra o bico de volta down the line.
    • Puxe a barra pra sair da onda.
    • Na versão backhand, desce o kite antes de começar a descer a parede, senão você trava lá em cima e perde o embalo down the line.

Erros comuns e como corrigir

Erro

Você pilota o kite e esquece a prancha. A maioria dos kitesurfistas presta atenção demais no kite que está na mão e de menos na prancha que está no pé, então o turn sai da tração do kite e não da pressão na rail.

Correção

Tira a velocidade da prancha e da postura do corpo. Trabalha pra onde cabeça, peito e quadril apontam durante o turn e desenha linhas mais longas com a prancha em vez de ficar puxando a barra.

Erro

Pé de trás muito pra frente no pad. As quilhas continuam segurando, você carrega e carrega, e a rabeta nunca solta.

Correção

Leva o pé de trás mais pra rabeta. A prancha pivota em vez de fazer arco, e a rabeta solta, aí dá pra fechar o turn com um tail slide.

Erro

Deitar pra um lado na hora que as quilhas soltam. Você vai por cima do bico ou cai pra trás no instante em que a rabeta larga.

Correção

Mantenha o peso centrado em cima da prancha até fechar o turn, assim você segue no controle enquanto a rabeta desliza pra fora.

Erro

Send do kite fora de hora. Puxe cedo demais e o kite te arranca da onda antes de você chegar na pocket. Puxe tarde demais e ele te leva por cima da onda e não sobra top turn nenhum pra fazer.

Correção

Dá um puxão decidido e forte no kite pouco antes de chegar na onda e depois empurra a barra pra fora pra ele não te atrapalhar no turn.

Erro

Kite deixado com power enquanto você vira de volta contra ele. Ele puxa pro lado contrário ao que você quer levar a prancha e, na versão backhand, você acaba travado no topo da onda.

Correção

Tira o power enquanto passa pelo turn e desce o kite antes de começar a descer a parede.

Se der errado

  • Se você estiver perdendo velocidade e a rabeta começar a andar devagar, para de forçar o pé de trás e vai no fluxo com a prancha.
  • Se o kite carregar contra o turn, tira o power na barra em vez de tentar brigar com ele usando a prancha.
  • Na versão backhand desengatada, fica engatado até o último segundo. O Ben Wilson só desengata quando está com controle total da velocidade, da posição na onda e da posição do kite.

Aprenda isso com um coach, não numa página

Este guia explica o que é a manobra e onde os riders erram, para você chegar na sessão sabendo o que vai tentar. Ele não consegue olhar sua pipa, ler a rajada que vem nem impedir você de se comprometer com algo para o qual ainda não está pronto — um coach ou instrutor consegue.

Encontrar uma escola certificada

Referência educacional, não instrução. Kitesurf é um esporte de risco: os passos aqui reproduzem o que escolas, instrutores e bibliotecas de técnica nomeadas ensinam, e a página lista exatamente quais — mas as condições reais envolvem vento, rajadas, estado do mar, tráfego e comportamento de equipamento que nenhum guia escrito cobre. As escolas também ensinam variações legítimas; onde nossas fontes divergem, a página diz isso em vez de escolher uma. Avalie o seu próprio preparo, use os sistemas de segurança da sua pipa e não tente uma manobra só porque uma página fez ela soar possível. A KitesurfingOfficial não se responsabiliza pelo uso destas informações na água.

Perguntas de riders

O que eu preciso saber fazer antes de tentar?+

Bottom turn firme e totalmente dominado, e confiança nos carves e na pilotagem do kite. É assim que a Duotone condiciona o snap backside, que é a família onde ele encaixa o tail slide, e a IKSURFMAG diz o mesmo: o bottom turn é o turn mais importante da onda. Você também já tem que estar descendo down the line, seja voando o kite um passo à frente de você, seja usando a capacidade de drift de um kite de wave. A KiteKahunas coloca o top turn frontside dele na parte do curso de wave para riders avançados e masters, como Lesson 8, depois dos fundamentos de top turn e bottom turn frontside das Lessons 5 e 6 e do foco em bottom turn da Lesson 7.

Que vento e que onda a manobra pede?+

Side-shore a side-onshore. A sequência frontside do Reo Stevens foi fotografada com vento side-shore, e a versão backhand do Ben Wilson pede side-shore a side-onshore pro kite driftar down the line sem te arrancar da onda. A Duotone diz que escolher a onda e a section certas é determinante pro sucesso, e a KiteKahunas manda colocar o turn na pocket. Nenhuma fonte que citamos aqui cita velocidade de vento em nós nem altura de onda, então trata qualquer número que você ler em outro lugar como não verificado.

Onde eu ponho o pé de trás e em que prancha eu estou?+

A posição do pé de trás é o que decide se a rabeta solta. Reo Stevens: mais pra frente dá mais drive e desenha um arco de turn mais longo, porque as quilhas seguram mais e dá pra botar bastante pressão no pé de trás antes de a rabeta soltar. Leva o pé mais pra rabeta e a prancha pivota mais, o que facilita soltar a rabeta e fechar com um tail slide. A definição da Duotone pressupõe uma prancha de três quilhas, já que o slide é descrito com as três quilhas livres acima do topo da onda. As versões strapless vêm do Gustavo Foerster e do Ben Wilson, que ensina a dele sem straps e desengatado.

A parte assustadora é a quilha soltando. Como não tomar caldo?+

Espera por isso e fica empilhado em cima da prancha. Reo Stevens: se você já espera a rabeta escapar quando as quilhas soltarem, mantém o peso centrado sobre a prancha até fechar o turn, porque deitar demais pra um lado significa cair pra trás ou pra frente na hora que elas largam. Com o slide já rolando, o Gustavo Foerster manda controlar a situação e se preparar pro próximo passo, e quando sentir que está perdendo velocidade e a rabeta começa a andar devagar, para de forçar o pé de trás e vai no fluxo com a prancha. A IKSURFMAG fala algo parecido, mas sobre o cutback frontside e não sobre esse turn: alivia a pressão do pé de trás, senão você para seco na água e a onda passa por você.

Qual é a diferença entre um snap e um tail release?+

A Duotone lista as duas como manobras separadas. O snap backside é um turn off-the-lip rápido, explosivo e seco, parecido com um re-entry mas com menos continuidade na saída, e permite mudar sua linha e direção de navegação como um carve, só que de forma mais abrupta e mais perto da pocket. O tail slide é descrito como um snap progressivo em que você desliza a rabeta por cima do lip com as três quilhas livres acima do topo da onda, e a Duotone dá 500 pontos pra ele contra 375 do snap backside. O Reo Stevens arquiva a mesma manobra como top turn tail release e trata o slide como a forma de fechar o turn.

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Fontes

Cada passo desta página remete às fontes abaixo. Onde elas divergem ou silenciam, a página diz isso em vez de adivinhar.